sexta-feira, 15 de junho de 2012

"Nem tudo pode ser fácil..." ●﹏● - 3º Capítulo

- Aleluia! Um sítio finalmente! – Gritou Bill, enquanto corria para o hotel. – Vamos! – Gritou mais uma vez, parando para fazer sinal para os outros três rapazes o seguirem.

Já dentro do hotel…

- Isto aqui é um bocado velho! Ainda por cima no meio do nada… Nem sei como continua aberto… - Sussurrou Georg a Tom, enquanto observava o interior do hotel.

O hotel era velho, com o chão a ranger com cada passada dada, com a tinta das paredes meio gastas, com pó nos objetos presentes em toda a parte e quadros antigos, alguns até com alguns vidros partidos…

- Já somos dois que achamos o mesmo! – Disse Tom enquanto passava um dos seus dedos a uma pequena mesa ali perto e ficando com o dedo sujo de pó.

- Em que posso ajudá-los? – Perguntou uma rapariga ao vê-los ali.

- Oh! Olá... Nós queríamos dois quartos para passar a noite… Tivemos um problema com o carro e estamos já muito cansados… - Disse Bill, indo atrás da rapariga, que, por sua vez, ia para o balcão da recepção.

- Com certeza! Podem ficar o tempo que quiserem… - Disse ela dando as chaves ao Bill.

- E quanto é que é? – Perguntou Georg.

- Podem pagar no fim da estadia… São por volta de 10 euros por pessoa... - Disse ela voltando a sair de ao pé o balcão.

- Parece-me bem… Não é muito caro... E posso saber o teu nome? – Perguntou Tom, olhando-a fixamente.

- Alice… - Sorriu ela.

- E trabalhas aqui à muito tempo? És muito nova para trabalhar num hotel assim tão velho… - Disse ele mais uma vez, tentando meter conversa.

- Este hotel pertencia aos meus pais… Está um pouco velho sim… Mas não sou capaz de o mandar demolir... – Disse.

- E fazes muito bem Alice... - Disse Tom sorrindo-lhe, ao que ela retribuiu.

Depois desse momento, todos permanecem em silêncio, até que alguém falou.

- Bem... Estou demasiado cansado. Vou para o quarto. Tom vem comigo por favor. – Disse Bill, abrindo a boca de sono.

- Okay Billy. Vamos lá. – Disse Tom fazendo-lhe sinal para ele começar a subir as escadas à sua frente. – Vamos? – Perguntou a Georg e a Gustav, ao que eles logo o seguiram.

Já perto do quarto, Georg e Gustav separam-se de Bill e Tom, já que o quarto deles era um bocado mais afastado do deles.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

"Nem tudo pode ser fácil..." ●﹏● - 2º Capítulo

Entretanto…
Noutro lugar…

- E eu gritei… ZAYN! FAZ-ME UM FILHO! Ahahah Adorei aquele... CONCERTO! WOOOHOOO! – Disse Bianca, bêbada, sentada no banco de trás do carro a gritar, enquanto fumava um cigarro.

- Bianca, fala mais baixo! – Gritou Anastácia que estava ao seu lado, mais a Emily que dirigia o carro.

- Eu acho… acho… - Disse Bianca, não acabando a frase, com uma das mãos na mão, parecendo assim muito mal.

- Emily, acho melhor encostares… - Disse Milena, ao lado de Emily, enquanto que observava o mau estar da amiga. – Acho que ela vai vomitar!

- O quê? – Gritou Emily, parando logo o carro. – No meu carro é que não!

Nisto, Emily e Milena saem do carro, assim como Anastácia que segurava Bianca para esta não cair no chão.
O cigarro de Bianca cai no chão.

- Eu vou com ela ali para ver se ela vomita. Já voltamos! – Disse Anastácia, dirigindo-se com Bianca para um sítio no meio da floresta que estava ao pé estrada.

Passaram-se alguns minutos e Anastácia volta logo com Bianca, indo esta ainda a cambalear.

- E então? Ela está melhor? – Perguntou Milena preocupada, enquanto se dirigia para ao pé de Bianca segurando-a também.

- Pelo menos acho que sim. Já vomitou um bocadito. Talvez esteja melhor! – Disse Anastácia.

- Não se preocupem... Eu estou… eu estou... ÓPTIMA!! – Disse Bianca, acentuando a última palavra, tropeçando assim e quase caindo.

- Bem… Acho que mais vale fazermos uma paragem nalgum sítio. Ainda falta muito para chegarmos ao nosso destino e ela não vai aguentar a viagem toda Emily! – Disse Milena, lançando um olhar a Emily.

- Está bem… Está bem... Vamos lá voltar para o carro e procurar um sítio para passar a noite… Também está aqui uma porra de frio cá fora! – Disse Emily, entrando imediatamente no carro, fazendo com as outras três raparigas também entrassem.

"Nem tudo pode ser fácil..." ●﹏● - 1º Capítulo

- A sério! E depois começou-se a atirar a mim! – Disse Tom enquanto estava ao volante do carro, acompanhado por Georg, Gustav e Bill ao seu lado.

- Está bem, está bem maninho. Nós sabemos que és um mulherengo! – Disse Bill colocando a mão na testa, já cansado da conversa de Tom que dura até o momento em que entraram no carro.

Georg começa-se a rir da cara de Bill, assim como Gustav, enquanto que olhava para a janela.

- Eu sei que vocês sabem! Todas as miúdas do mundo me querem! Tenho um “cato” extraordinário! – Disse mais uma vez Tom a rir-se.

- Ahahah Sem comentários! – Disse Georg continuando-se a rir.

De repente, o carro pára…

- Porque paras-te? – Perguntou Bill, olhando para o irmão que, por sua vez, estava com uma cara menos contente.

- Faltou a porcaria da gasolina! Fuuuuu… - Disse Tom, saindo depois do carro.

Bill, Georg e Gustav também saem do carro…

- E agora o que é que fazemos? Já está a escurecer! – Disse Gustav, dirigindo-se para ao pé de Bill.

- Vamos chamar alguém para nos vir cá buscar. – Disse já com o telemóvel na mão.

- Não Tom! Estou cansado! Eles vão demorar muito tempo a virem cá… Vamos ver se há aqui alguma casa perto e dormimos lá esta noite. – Disse Bill com uma voz fraca, notando-se estar mesmo cansado.

- Eu concordo com o Bill. Acho que é uma boa ideia. – Disse Georg começando a andar pela estrada em direção a Bill que já estava um bocado mais à frente.

- E deixamos aqui o carro? Ajudem-me pelo menos a pô-lo um bocado mais para a borda da estrada… - Disse Tom guardando o telemóvel no bolso.

Nisto, os outros rapazes ajudaram Tom, depois de algum esforço, a empurrar o carro. Por sorte conseguiram aquilo que queriam.

- Vamos andando? – Perguntou Bill, ao que Tom acenou logo “sim” com a cabeça.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Nova Fanfiction - "Nem tudo pode ser fácil..." ●﹏●


Personagens principais:
Milena

  • Bill
  • Tom
  • Georg
  • Gustav
  •                               
                                  Bianca

      
  Anastácia
Emily

sábado, 9 de junho de 2012

Imagine ❤

Estás mais a tua melhor amiga num bar, pois decidiram sair à noite, já que era o aniversário dessa tua amiga.
Muitas pessoas estão presentes nesse bar, a maioria amigos e amigas da tua amiga que não conheces.
A música começou a tocar e toda a gente começa a dançar.

                                        

- Dança! – Diz a tua melhor amiga, enquanto te segura nas tuas mãos, de forma a te fazer também dançar.

- Ahahah Okay… Já estou a dançar! – Dizes, fazendo com que ele te largasse as mãos.

- Assim é que se fala!

Nisto, um rapaz chega-se ao pé de vocês, de rastas pretas e de camisola justa, e começa a tentar engatar a tua melhor amiga, puxando-lhe depois o braço.
A tua amiga deixa-o levá-la e pisca-te o olho. Sorris e decides ir até ao bar beber alguma coisa, enquanto a tua amiga não vem.
Diriges-te ao bar e consegues encontrar um banco vazio. Pegas no menu onde estão as bebidas e tentas escolher alguma, um bocado complicado, já que não sabias bem todas aquelas bebidas e não saberias se ias gostar ou não.
De repente, alguém que se situava ao teu lado, noutro banco, diz-te qualquer coisa:

- Este licor é bom… Podias experimentar. – Diz o rapaz ao teu lado, apontando para o menu que tinhas na mão, ou seja, para o nome da bebida que estava nele.

- Parece-me boa ideia! Vou experimentar. – Dizes ainda com os olhos postos no menu.

Com isto, o empregado vem e pergunta-te o que vais pedir.

- Eram dois destes licores. – Diz o mesmo rapaz.

Nisto, o empregado vai-se embora e, nesse momento, olhas para o rapaz que também está a olhar para ti.

- Um para mim e outro para ti. – Diz ele sorrindo, fazendo com que te risses também. – Sou o Georg e tu?

Dizes o teu nome e começam a falar os dois.

- Então vieste à festa de aniversário ou só estás aqui por estares? – Perguntas-lhe enquanto provavas depois o licor que o empregado já te tinha trazido.

- Festa de aniversário. Eu e a aniversariante já fomos da mesma turma. – Diz, olhando agora para o copo do teu licor. – Então? Gostas?

- É razoável… - Dizes rindo-te, ao que ele também se ri.

- Ahahah Que bom! Menos mal! E tu? Estás aqui também pela festa de anos? – Diz ele, agora bebendo o seu licor.

- Sim. Ela é a minha melhor amiga. – Dizes mostrando-te orgulhosa por ser amiga dela.

- Muito bem! Teve sorte em ter uma amiga como tu. Pareces ser simpática.

Nisto, coras um bocado.
Nesse momento, a tua amiga vem para ao pé de ti.

- Estava a ver que nunca mais te encontrava! – Diz ela, dando-te um pequeno soco no braço. – Estou a ver que já conheces-te o Georg. – Diz ela, olhando agora para ele.

- Pois foi. Já nos conhecemos. – Diz ele, sorrindo para ti.

- Magnífico! Mas agora vou ter de levar a minha amiga. Ela é minha. – Diz a tua amiga, fazendo-lhe uma careta.

Nesse momento, a tua amiga pega-te pelo braço e leva-te dali para fora, deixando o rapaz ali sozinho no bar.

Já fora do bar…

- Com que então já andas em olho em alguém… - Diz a tua amiga, olhando para ti, enquanto te encostas a uma parede.

- E parece que intervieste. – Dizes, um bocado chateada, pois tinhas achado piada ao tal rapaz.

- Não te preocupes.

Nesse momento, a tua amiga tira do bolso o teu telemóvel e dá-to.

- Como é que tinhas o meu telemóvel? – Perguntas surpreendida.

- Deixaste-o cair no bar, tiveste sorte em ter sido eu a encontra-lo. E a propósito, como eu te tinha visto ao longe a falar com o Georg, não te preocupes em ter-te tirado de lá… Já tens aí o número dele…

- Ai que atrasada! – Dizes, empurrando-a devagar para trás, enquanto te rias da atitude dela.

- Por menos um obrigado! Não?

- Ahah Obrigado doida!

Nisto, abraças a tua melhor amiga. 

- E como correu com o tal rapaz que te levou daqui para fora? - Perguntas, sorrindo para ela.

- Correu bem, correu bem... Ele é um máximo... ahah

Nisto, ficam as duas a conversar durante mais um bocado, até que chegou a hora de te teres de ir embora.
Já em tua casa, ficas sentada num sofá, com o telemóvel na mão, pronta para ligares ao tal rapaz, o Georg, acabando assim por conseguir marcar um encontro, a pedido dele.
Já com a chamada desligada, sorris novamente. Ansiosa por aquele dia chegar.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Imagine ❤

Estás na cama, já deitada e prestes a adormecer.
De repente, sentes alguém a atirar pequenas pedras à tua janela. Ficas assustada, o que faz com que te levantasses num sobressalto.
Diriges-te lentamente até à tua varanda, depois de te teres calçado e vestido um robe, já que estavas só com roupa interior vestida.
Com isto, abres a janela e ficas na varanda a observar ao teu redor, com a esperança de ainda encontrar a pessoa que te tinha atirado as pedras à janela. Passado um bocado, viras-te de costas, indo quase novamente para dentro do teu quarto, até que alguém te toca nas costas e faz-te dar um salto de susto.

- Não te assuste princesa. – Diz Bill, o teu namorado, aproximando-se de ti.

- Ah… És tu… - Dizes com a mão no coração, vendo que este estava demasiado acelerado. – Pregaste-me cá um susto...

- Sabes que não era minha intenção.

Nisto, ele coloca as suas mãos por debaixo do teu robe, colocando-as na tua cintura.

- Tu não devias estar aqui Bill… Se a minha família descobre estás feito…

- Pois… Eles parecem não gostar muito de mim, quer dizer, do meu estilo…

- Sabes que eles são uns antiquados… Não sabem o que é bonito. - Dizes tentando reconfortá-lo.

Aproximas-te mais dele, ficando ambos demasiados juntos.

- Anda cá… - Diz Bill, enquanto te puxava a mão e te levava para dentro do teu quarto.

Sentas-te na cama…
Bill fica a fechar a janela da tua varanda, fecha a porta do teu quarto à chave e dirige-se depois até ti.
Apenas ficas a encará-lo.
Quando ele finalmente chega ao pé de ti, senta-se ao teu lado e começa-te a acariciar o rosto, assim como a mexer no teu cabelo, muito suavemente.
Sorris. Ele coloca agora as mãos nos teus ombros, empurrando-te para trás, de modo a que comeces a cair, de forma a deitares na cama.
Este começa a sobrepor-se em cima de ti.
Começas a agarrar-lhe a cabeça, mexendo-lhe também no cabelo.
Ele começa a tirar-te o robe, ficando tu apenas, de novo, de roupa interior.
Nisto, ele beija-te os ombros com pequenos beijos, que te fazem colocar agora as tuas mãos nas costas dele, colocando-as por debaixo da sua camisola.
Nesse preciso momento, batem à porta do teu quarto.

- Filha, abre a porta! Preciso ainda de falar contigo antes de adormeceres! – Diz a tua mãe, ainda do outro lado de fora.

- Oh não... - Sussurras, ao que Bill ri-se. - Não pode ser amanhã? – Perguntas, pois querias estar agora um momento a sós com o Bill.

- Não filha! Tem de ser agora. Abre a porta, por favor.

- Okay. Já vou mãe...

- E agora que ia ser a melhor parte… - Diz o Bill enquanto te fazia um sorriso.

- Não te preocupes. Depois compenso-te. – Dizes, sussurrando para a tua mãe não te ouvir. – Agora tens de te ir embora. Não queres que a minha mãe te apanhe aqui, pois não? Vá, vamos...

Nesse momento, levantas-te e diriges-te até à tua janela, abrindo-a.
Bill vai logo para ao pé de ti.

- Adeus meu amor. Não te esqueças de vestir o robe. – Diz ele de novo com um sorriso.

- Só tu... Claro que não me esqueço Biwie…

Sorris.
Bill despede-se com um beijo na testa e volta a descer pela varanda.
Suspiras, vestes o robe, e vais abrir a porta à tua mãe.


By an Alien

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Imagine ❤

Acordas. Sais devagarinho da cama, após de teres puxado os lençóis para o lado, não te levantas logo, ficando a pensar em como a vida de adolescente é difícil.
Por fim, levantas-te e vais-te preparar para um outro novo dia de aulas, vestes-te, penteias-te e vais tomar o pequeno-almoço.
Assim que o tomas, ficas um bocado a ver televisão para fazer tempo enquanto não chega a hora de teres de ir para a paragem de autocarro.
Passado um bocado, vais para a paragem… Deserta, como sempre…
Esperas um bocado até o autocarro vir…
Até que ao longe vês o autocarro a chegar…
Fazes sinal e picas a tua senha, de repente olhas para a janela e vês um rapaz a correr, com esperança de ainda conseguir apanhar o autocarro.

- Espere um bocado por favor… Está ali um rapaz que quer apanhar este autocarro. – Dizes para o motorista, ficando em pé até o rapaz entrar.

- Obrigada… - Diz o rapaz para ti e para o motorista, já cansado de ter estado a correr.

Sorris e sentas-te num dos bancos quase ao fundo do autocarro, enquanto o rapaz senta-se num banco mais à frente, virado para ti.
Nesse momento, consegues deslumbrar a beleza do rapaz, já que ele estava de frente para ti. Tinha rastas prestas e usava roupas justas, a sua beleza era muito diferente daquela que alguma vez viste.

Este rapaz mora ao pé de mim? Como é que nunca o vi? – Questionaste-te para ti mesma, pois ele tinha vindo a correr da mesma direção da tua casa.

Continuas a apreciá-lo, não o olhando diretamente, mas olhando-o discretamente, fingindo que estavas a olhar para a janela que estava a teu lado.
De repente, não consegues evitar e olhas para ele e, nesse preciso momento, deparas-te que ele está a olhar para ti. Ficas um bocado a olhar para ele, assim como ele para ti, até que viras a cara, com alguma vergonha.
Nisto, o rapaz levanta-se do banco, mas continuas a olhar para a janela para te abstraíres do que tinha acabado de acontecer.
De repente, sentes alguém a sentar-se ao teu lado muito confortavelmente.
Demoras algum tempo a virar-te, pois tinhas algum receio que esse alguém fosse o tal rapaz.
Por fim, olhas para o lado e deparas-te com ele que, por sua vez, estava a mexer no telemóvel.
Para não o interromperes, olhas de novo para a janela, vendo os carros a passar.

Nem acredito nisto... - Pensavas tu para ti própria, um pouco nervosa.

- Espero que não te tenhas chateado por ter vindo para ao pé de ti. – Diz, não tirando os olhos do seu telemóvel.

Olhas para ele, não sabes o que responder com os nervos, mas falas...

- Não faz mal, eu também não gosto muito de estar sozinha… - Dizes voltando a olhar para a janela, para não fazer contacto visual com ele, pois isso te deixaria ainda mais nervosa.

- Ainda bem! – Diz ele, arrumando o telemóvel no bolso e depois olhando para ti. – Sou o Tom e tu?

Novamente olhas para ele e dizes-lhe o teu nome, ao que ele o elogia.

- Muito obrigada por teres dito ao motorista para parar, senão fosses tu, a esta hora já não estaria aqui dentro. – Diz com um sorriso.

- Não tens de agradecer! – Dizes retribuindo o sorriso.

Ficam a conversar durante um bocado sobre a vida de cada um, e descobres que ele toca guitarra e tem alguns gostos parecidos com os teus.

- Podes-me dar o teu número? – Diz ele, já com o telemóvel na mão, pronto para marcar.

- Claro… - Dizes, dizendo-lhe o teu número.

De repente, vez que ele, após de apontar e guardar o teu número, carrega no “Stop”.

- Vais descer aqui? – Perguntas curiosa.

- Yap. Tem de ser… - Diz ele de novo com aquele seu sorriso. – Depois digo-te alguma coisa...

Nisto, pisca-te o olho, levanta-se e sai do autocarro, acenando-te adeus com a mão.
Ficas estática, paralisada, mas feliz com o que acontecera naquela manhã maravilhosa.