Mostrar mensagens com a etiqueta Imagine. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Imagine. Mostrar todas as mensagens

sábado, 9 de junho de 2012

Imagine ❤

Estás mais a tua melhor amiga num bar, pois decidiram sair à noite, já que era o aniversário dessa tua amiga.
Muitas pessoas estão presentes nesse bar, a maioria amigos e amigas da tua amiga que não conheces.
A música começou a tocar e toda a gente começa a dançar.

                                        

- Dança! – Diz a tua melhor amiga, enquanto te segura nas tuas mãos, de forma a te fazer também dançar.

- Ahahah Okay… Já estou a dançar! – Dizes, fazendo com que ele te largasse as mãos.

- Assim é que se fala!

Nisto, um rapaz chega-se ao pé de vocês, de rastas pretas e de camisola justa, e começa a tentar engatar a tua melhor amiga, puxando-lhe depois o braço.
A tua amiga deixa-o levá-la e pisca-te o olho. Sorris e decides ir até ao bar beber alguma coisa, enquanto a tua amiga não vem.
Diriges-te ao bar e consegues encontrar um banco vazio. Pegas no menu onde estão as bebidas e tentas escolher alguma, um bocado complicado, já que não sabias bem todas aquelas bebidas e não saberias se ias gostar ou não.
De repente, alguém que se situava ao teu lado, noutro banco, diz-te qualquer coisa:

- Este licor é bom… Podias experimentar. – Diz o rapaz ao teu lado, apontando para o menu que tinhas na mão, ou seja, para o nome da bebida que estava nele.

- Parece-me boa ideia! Vou experimentar. – Dizes ainda com os olhos postos no menu.

Com isto, o empregado vem e pergunta-te o que vais pedir.

- Eram dois destes licores. – Diz o mesmo rapaz.

Nisto, o empregado vai-se embora e, nesse momento, olhas para o rapaz que também está a olhar para ti.

- Um para mim e outro para ti. – Diz ele sorrindo, fazendo com que te risses também. – Sou o Georg e tu?

Dizes o teu nome e começam a falar os dois.

- Então vieste à festa de aniversário ou só estás aqui por estares? – Perguntas-lhe enquanto provavas depois o licor que o empregado já te tinha trazido.

- Festa de aniversário. Eu e a aniversariante já fomos da mesma turma. – Diz, olhando agora para o copo do teu licor. – Então? Gostas?

- É razoável… - Dizes rindo-te, ao que ele também se ri.

- Ahahah Que bom! Menos mal! E tu? Estás aqui também pela festa de anos? – Diz ele, agora bebendo o seu licor.

- Sim. Ela é a minha melhor amiga. – Dizes mostrando-te orgulhosa por ser amiga dela.

- Muito bem! Teve sorte em ter uma amiga como tu. Pareces ser simpática.

Nisto, coras um bocado.
Nesse momento, a tua amiga vem para ao pé de ti.

- Estava a ver que nunca mais te encontrava! – Diz ela, dando-te um pequeno soco no braço. – Estou a ver que já conheces-te o Georg. – Diz ela, olhando agora para ele.

- Pois foi. Já nos conhecemos. – Diz ele, sorrindo para ti.

- Magnífico! Mas agora vou ter de levar a minha amiga. Ela é minha. – Diz a tua amiga, fazendo-lhe uma careta.

Nesse momento, a tua amiga pega-te pelo braço e leva-te dali para fora, deixando o rapaz ali sozinho no bar.

Já fora do bar…

- Com que então já andas em olho em alguém… - Diz a tua amiga, olhando para ti, enquanto te encostas a uma parede.

- E parece que intervieste. – Dizes, um bocado chateada, pois tinhas achado piada ao tal rapaz.

- Não te preocupes.

Nesse momento, a tua amiga tira do bolso o teu telemóvel e dá-to.

- Como é que tinhas o meu telemóvel? – Perguntas surpreendida.

- Deixaste-o cair no bar, tiveste sorte em ter sido eu a encontra-lo. E a propósito, como eu te tinha visto ao longe a falar com o Georg, não te preocupes em ter-te tirado de lá… Já tens aí o número dele…

- Ai que atrasada! – Dizes, empurrando-a devagar para trás, enquanto te rias da atitude dela.

- Por menos um obrigado! Não?

- Ahah Obrigado doida!

Nisto, abraças a tua melhor amiga. 

- E como correu com o tal rapaz que te levou daqui para fora? - Perguntas, sorrindo para ela.

- Correu bem, correu bem... Ele é um máximo... ahah

Nisto, ficam as duas a conversar durante mais um bocado, até que chegou a hora de te teres de ir embora.
Já em tua casa, ficas sentada num sofá, com o telemóvel na mão, pronta para ligares ao tal rapaz, o Georg, acabando assim por conseguir marcar um encontro, a pedido dele.
Já com a chamada desligada, sorris novamente. Ansiosa por aquele dia chegar.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Imagine ❤

Estás na cama, já deitada e prestes a adormecer.
De repente, sentes alguém a atirar pequenas pedras à tua janela. Ficas assustada, o que faz com que te levantasses num sobressalto.
Diriges-te lentamente até à tua varanda, depois de te teres calçado e vestido um robe, já que estavas só com roupa interior vestida.
Com isto, abres a janela e ficas na varanda a observar ao teu redor, com a esperança de ainda encontrar a pessoa que te tinha atirado as pedras à janela. Passado um bocado, viras-te de costas, indo quase novamente para dentro do teu quarto, até que alguém te toca nas costas e faz-te dar um salto de susto.

- Não te assuste princesa. – Diz Bill, o teu namorado, aproximando-se de ti.

- Ah… És tu… - Dizes com a mão no coração, vendo que este estava demasiado acelerado. – Pregaste-me cá um susto...

- Sabes que não era minha intenção.

Nisto, ele coloca as suas mãos por debaixo do teu robe, colocando-as na tua cintura.

- Tu não devias estar aqui Bill… Se a minha família descobre estás feito…

- Pois… Eles parecem não gostar muito de mim, quer dizer, do meu estilo…

- Sabes que eles são uns antiquados… Não sabem o que é bonito. - Dizes tentando reconfortá-lo.

Aproximas-te mais dele, ficando ambos demasiados juntos.

- Anda cá… - Diz Bill, enquanto te puxava a mão e te levava para dentro do teu quarto.

Sentas-te na cama…
Bill fica a fechar a janela da tua varanda, fecha a porta do teu quarto à chave e dirige-se depois até ti.
Apenas ficas a encará-lo.
Quando ele finalmente chega ao pé de ti, senta-se ao teu lado e começa-te a acariciar o rosto, assim como a mexer no teu cabelo, muito suavemente.
Sorris. Ele coloca agora as mãos nos teus ombros, empurrando-te para trás, de modo a que comeces a cair, de forma a deitares na cama.
Este começa a sobrepor-se em cima de ti.
Começas a agarrar-lhe a cabeça, mexendo-lhe também no cabelo.
Ele começa a tirar-te o robe, ficando tu apenas, de novo, de roupa interior.
Nisto, ele beija-te os ombros com pequenos beijos, que te fazem colocar agora as tuas mãos nas costas dele, colocando-as por debaixo da sua camisola.
Nesse preciso momento, batem à porta do teu quarto.

- Filha, abre a porta! Preciso ainda de falar contigo antes de adormeceres! – Diz a tua mãe, ainda do outro lado de fora.

- Oh não... - Sussurras, ao que Bill ri-se. - Não pode ser amanhã? – Perguntas, pois querias estar agora um momento a sós com o Bill.

- Não filha! Tem de ser agora. Abre a porta, por favor.

- Okay. Já vou mãe...

- E agora que ia ser a melhor parte… - Diz o Bill enquanto te fazia um sorriso.

- Não te preocupes. Depois compenso-te. – Dizes, sussurrando para a tua mãe não te ouvir. – Agora tens de te ir embora. Não queres que a minha mãe te apanhe aqui, pois não? Vá, vamos...

Nesse momento, levantas-te e diriges-te até à tua janela, abrindo-a.
Bill vai logo para ao pé de ti.

- Adeus meu amor. Não te esqueças de vestir o robe. – Diz ele de novo com um sorriso.

- Só tu... Claro que não me esqueço Biwie…

Sorris.
Bill despede-se com um beijo na testa e volta a descer pela varanda.
Suspiras, vestes o robe, e vais abrir a porta à tua mãe.


By an Alien

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Imagine ❤

Acordas. Sais devagarinho da cama, após de teres puxado os lençóis para o lado, não te levantas logo, ficando a pensar em como a vida de adolescente é difícil.
Por fim, levantas-te e vais-te preparar para um outro novo dia de aulas, vestes-te, penteias-te e vais tomar o pequeno-almoço.
Assim que o tomas, ficas um bocado a ver televisão para fazer tempo enquanto não chega a hora de teres de ir para a paragem de autocarro.
Passado um bocado, vais para a paragem… Deserta, como sempre…
Esperas um bocado até o autocarro vir…
Até que ao longe vês o autocarro a chegar…
Fazes sinal e picas a tua senha, de repente olhas para a janela e vês um rapaz a correr, com esperança de ainda conseguir apanhar o autocarro.

- Espere um bocado por favor… Está ali um rapaz que quer apanhar este autocarro. – Dizes para o motorista, ficando em pé até o rapaz entrar.

- Obrigada… - Diz o rapaz para ti e para o motorista, já cansado de ter estado a correr.

Sorris e sentas-te num dos bancos quase ao fundo do autocarro, enquanto o rapaz senta-se num banco mais à frente, virado para ti.
Nesse momento, consegues deslumbrar a beleza do rapaz, já que ele estava de frente para ti. Tinha rastas prestas e usava roupas justas, a sua beleza era muito diferente daquela que alguma vez viste.

Este rapaz mora ao pé de mim? Como é que nunca o vi? – Questionaste-te para ti mesma, pois ele tinha vindo a correr da mesma direção da tua casa.

Continuas a apreciá-lo, não o olhando diretamente, mas olhando-o discretamente, fingindo que estavas a olhar para a janela que estava a teu lado.
De repente, não consegues evitar e olhas para ele e, nesse preciso momento, deparas-te que ele está a olhar para ti. Ficas um bocado a olhar para ele, assim como ele para ti, até que viras a cara, com alguma vergonha.
Nisto, o rapaz levanta-se do banco, mas continuas a olhar para a janela para te abstraíres do que tinha acabado de acontecer.
De repente, sentes alguém a sentar-se ao teu lado muito confortavelmente.
Demoras algum tempo a virar-te, pois tinhas algum receio que esse alguém fosse o tal rapaz.
Por fim, olhas para o lado e deparas-te com ele que, por sua vez, estava a mexer no telemóvel.
Para não o interromperes, olhas de novo para a janela, vendo os carros a passar.

Nem acredito nisto... - Pensavas tu para ti própria, um pouco nervosa.

- Espero que não te tenhas chateado por ter vindo para ao pé de ti. – Diz, não tirando os olhos do seu telemóvel.

Olhas para ele, não sabes o que responder com os nervos, mas falas...

- Não faz mal, eu também não gosto muito de estar sozinha… - Dizes voltando a olhar para a janela, para não fazer contacto visual com ele, pois isso te deixaria ainda mais nervosa.

- Ainda bem! – Diz ele, arrumando o telemóvel no bolso e depois olhando para ti. – Sou o Tom e tu?

Novamente olhas para ele e dizes-lhe o teu nome, ao que ele o elogia.

- Muito obrigada por teres dito ao motorista para parar, senão fosses tu, a esta hora já não estaria aqui dentro. – Diz com um sorriso.

- Não tens de agradecer! – Dizes retribuindo o sorriso.

Ficam a conversar durante um bocado sobre a vida de cada um, e descobres que ele toca guitarra e tem alguns gostos parecidos com os teus.

- Podes-me dar o teu número? – Diz ele, já com o telemóvel na mão, pronto para marcar.

- Claro… - Dizes, dizendo-lhe o teu número.

De repente, vez que ele, após de apontar e guardar o teu número, carrega no “Stop”.

- Vais descer aqui? – Perguntas curiosa.

- Yap. Tem de ser… - Diz ele de novo com aquele seu sorriso. – Depois digo-te alguma coisa...

Nisto, pisca-te o olho, levanta-se e sai do autocarro, acenando-te adeus com a mão.
Ficas estática, paralisada, mas feliz com o que acontecera naquela manhã maravilhosa.